Professor Titular na Universidade Federal do Espírito Santo. Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Direito pela Universidade Federal de Goiás. Autor/Coordenador de livros e revistas na área jurídica. Autor de capítulos/artigos publicados em livros e revistas nacionais e estrangeiras. Sócio de Barroso Advogados (Vitória/ES).
quarta-feira, março 29, 2017
quarta-feira, março 01, 2017
[No Prelo] A Lei Agrária Nova, v. V
SUMÁRIO
DOUTRINA NACIONAL E ESTRANGEIRA
Por uma nova função
da propriedade no direito agrário contemporâneo
Lucas Abreu Barroso
Diretos
humanos e direito agrário: a humanização do meio rural no Brasil
Elisabete Maniglia
A
atividade que qualifica a empresa agrária
Frederico Garcia Pinheiro
Retomada
de terras públicas para implementação de política agrária
Eduardo Henrique de Almeida Aguiar
Política ambiental brasileira
no novo código florestal: operacionalização
Alcir Gursen De Miranda
O segundo pilar da PAC no horizonte de 2020.
Missão, objetivos e prioridades do
desenvolvimento rural no âmbito do Regulamento 1305/2013
desenvolvimento rural no âmbito do Regulamento 1305/2013
Pablo Amat Llombart
Fundamentos y dinamismo
del orden público en agricultura. El orden público en los contratos agrarios y
agroindustriales
Leonardo Fabio Pastorino
Segurança
Alimentar e Biotecnologia
Roberto
Grassi Neto
La agricultura familiar y seguridad
alimentaria: una necesaria revisión de la noción de familia y del derecho a la
herencia
Rolando Pavó Acosta
Reflexiones en torno a la
importancia de la biodiversidad y el régimen de semillas establecido en
Colombia por la Resolución 970 del ICA del 10 de marzo del 2010
María
Julia Ochoa Jiménez, Jaime Fabián
Cruz e Jorge Almansa
Os conceitos, a organização e a territorialidade versus
o discurso da extinção: o direito diante dos povos e comunidades tradicionais
faxinalenses
Gladstone Leonel da Silva Júnior
Régimen
Jurídico de la Cunicultura en la República Argentina, con especial referencia a
la Provincia de Buenos Aires
Gustavo González
Acosta
ESTUDOS E PARECERES
A
função social da propriedade no Código Civil brasileiro
Alcir Gursen De Miranda
As
águas na dogmática jurídica brasileira
Lucas Abreu Barroso, Eini Rovena
Dias e Morgana Neves de Jesus
Anverso e verso da colonização
da Amazônia brasileira: dos primeiros
movimentos até a contemporaneidade
Antônio José de Mattos Neto
MEMÓRIA ACADÊMICA
A importância da criação do Direito Agrário e da
edição do Estatuto da Terra (Conferência)
Darcy Walmor Zibetti
El principio de Precaución: un puente hacia el futuro del Derecho Agrario
(Resumo)
Luis A. Facciano
Diccionario Jurídico de
la Seguridad Alimentaria en el Mundo (Resenha)
Lucas
Abreu Barroso
Lecciones de Derecho
Alimentario 2015-2016 (Resumo)
Luis
Gonzaléz Vaqué
DOCUMENTOS HISTÓRICOS
PEC 122-2003: Proposta
PEC
122-2003: Desarquivamento
ÍNDICE
ALFABÉTICO
quarta-feira, fevereiro 22, 2017
Prefácio publicado
PREFÁCIO
Adriano
Marteleto Godinho é um desses andadeiros que não se furta à
mudança para alcançar a luz do conhecimento. Tão logo concluída sua formação
básica em direito e ver revelado o seu chamamento para o magistério superior, deixou
sua alma mater em busca dos estudos
pós-graduados em nível de mestrado, cujo resultado foi a publicação do livro A lesão no novo código civil brasileiro
(2008).
Decidira, então, partir
para terras de além-mar, encontrando na afamada Faculdade de Direito da Universidade
de Lisboa o ambiente propício e a orientação segura para o desenvolvimento de
pesquisa de grande fôlego e de extraordinária profundidade, nomeada Limitações voluntárias dos
direitos de personalidade no ordenamento jurídico brasileiro: em especial, os
direitos à vida e à integridade física, com a qual recebeu com
todos os méritos o título de Doutor em direito.
O que agora vem a
público em Direito ao próprio corpo: direitos da personalidade e os atos de limitação voluntária é uma parte
substancial da tese apresentada naquele rito de passagem, e por si já evidencia
a relevância do tema abordado, dada a extensão e o detalhamento com que é tratado
na obra, que em cinco capítulos encadeia sua evolução teórico-prática com invulgar
organização metodológica.
A complexidade dos
tempos modernos (ou pós-modernos) está a desafiar ainda mais a capacidade do
direito de oferecer respostas concretas - ou ao menos possíveis! - às demandas
da pessoa como ser individual e ser social, dentre as quais se destaca o livre desenvolvimento
e a plena realização da personalidade, mormente pelas restrições que são
impostas à sua autodeterminação.
Este debate se exaspera
na dogmática jurídica às menores polêmicas. Não seria diferente no que concerne
à tutela da integridade física no confronto do direito ao próprio corpo, em
suas variadas nuanças. Com a habilidade que o talento acadêmico lhe
proporciona, o autor aqui as enfrenta de maneira prudente e segura. Por isso, não
se pode deixar de louvar a Juruá Editora por uma vez mais investir em opulente projeto
editorial, sobretudo no atual momento sombrio das publicações jurídicas de
conteúdo duvidoso.
sexta-feira, fevereiro 17, 2017
segunda-feira, janeiro 02, 2017
Capítulo de livro publicado
Sumário
Volume 2
Seção 1 – Direitos Fundamentais e Direito Ambiental
Parte 10 – O direito de propriedade e o ambiente
Capítulo 2 – A função socioambiental da propriedade agrária
Lucas Abreu Barroso
quarta-feira, dezembro 14, 2016
Comité Científico (Convite)
Revista de la Facultad de Derecho y Ciencias Políticas
ISSN: 0120-3886
ISSN-e: 2390-0016
La REVISTA DE LA FACULTAD DE DERECHO Y CIENCIAS POLÍTICAS es una publicación científica del programa de Derecho, adscrito a la Escuela de Derecho y Ciencias Políticas de la Universidad Pontificia Bolivariana, Medellín-Colombia. Su objetivo es presentar los resultados de investigaciones y de algunas reflexiones en torno al derecho, que permita a los lectores obtener nuevos tópicos de interpretación. Está dirigida a comunidades académicas e investigativas de la ciencia jurídica en pro de la discusión y debate sobre los problemas sociales que preocupan a las comunidades locales, nacionales e internacionales.
Vol. 46, Núm. 124 (2016)
quarta-feira, novembro 02, 2016
Apresentação publicada
Apresentação
Não
bastasse ser já, de teoria e de prática, um consagrado jurista de nosso país, Marcus Vinícius Soares de Souza Maia
demonstra-se incansável em seu aperfeiçoamento profissional. Desta feita, pela
senda do Direito da Regulação, com ênfase no constitucional ambiental, e tendo como
desfecho de curso de especialização no Instituto Brasiliense de Direito Público
(IDP) a apresentação deste irrepreensível texto.
A
abordagem nele realizada instiga-nos por sua atualidade e pertinência, conquanto
a agenda ambiental se tenha revelado inexorável nos debates do mundo
contemporâneo. Da ação civil pública como
instrumento de defesa do meio ambiente conduz o interessado por uma
compreensão segura em torno das origens, das funções e da preponderância deste
decisivo instrumento jurídico na consecução da sustentabilidade.
Mas
não se descura de uma análise pormenorizada da dogmática concernente à matéria,
até por fim alcançar sua cumplicidade com o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
A ação civil pública está, assim, destinada à garantia dos direitos
metaindividuais, encontrando no Ministério Público (em um quase monopólio dele?!)
o guardião dos interesses da coletividade.
Por
tudo isso, recomendamos uma atenta e dedicada leitura das páginas a seguir.
Vitória, janeiro/2014.
domingo, outubro 02, 2016
Resenha publicada
Consumo infantil e (in)segurança alimentar no Brasil - Nota aos documentários
Criança, a alma do negócio (2008) e Muito além do peso (2012)
LUCAS ABREU BARROSO
Revista de Direito do Consumidor, v. 104, mar./abr. 2016.
Para ler, acesse: https://drive.google.com/open?id=0B4Baqr7OttziRFVEVERyRUh4NGs
sábado, agosto 20, 2016
Prefácio publicado
PREFÁCIO
Com
assento em Atienza e Manero foi possível em outro giro sustentar que o direito
como prática social complexa precisa decidir casos, justificar decisões,
produzir normas... Exige, pois, a nova realidade do direito no Estado
constitucional que o centro de suas preocupações não esteja na sistematicidade
e nos casos usuais, mas na indeterminação e nos casos difíceis.
Daí,
irrefutavelmente, a atualidade e a relevância da obra com que Paulo Velten
brinda agora a comunidade acadêmica e os profissionais do direito em geral, resultado
de sua tese de doutoramento. Em Identidade
e Contramajoritarismo no STF..., a começar pelo título, nada resta no lugar-comum,
um júbilo em um ambiente jurídico sempre necessitado de crítica e de inovação.
Desde
que se propôs a assumir um papel de destaque na cena democrática brasileira, o
Supremo Tribunal Federal tem sido reiteradamente instado a extrair renovados
significados do texto normativo da Constituição de 1988 em temas de extrema
sensibilidade política e social, produzindo "julgamentos históricos"
na afirmação dos direitos civis.
Neste
contexto se insere o debate proposto pelo autor, com os específicos
objetivos de investigar (em suas próprias palavras) "quem é o Ser
humano admitido, bem como quem são os Sujeitos de direitos, nos acórdãos
das ADPFs nº 132, nº 54, nº 54-8, nº 186 e
na ADI nº 3.510" e compreender "quais foram os argumentos que
legitimaram a conexão da condição humana com o direito em questão"
(fio condutor semântico).
A conclusão
última a que conduz o leitor é inquietante, porquanto não teria havido um
efetivo reconhecimento da identidade dos sujeitos de direitos envolvidos nessas
ações pelo STF. Isso porque, assevera o autor, "a Corte demonstrou apego a uma ética
individual, dependente de fatores pessoais e intrínsecos, tipicamente
aristotélica, e, ainda, uma disposição impregnada (habitus) de se fazer protagonista na distribuição de direitos, a
partir da manipulação de conceitos (bricolagem)".
E termina por identificar que os discursos contra-hegemônicos que
serviram de fundamento às decisões proferidas demonstram que as alegações, como
preconceito, vulnerabilidade e infortúnio histórico, comuns em todos os casos
analisados, servem para, a partir da obra de Nietzsche, evidenciar um devir
niilista que sugere que os argumentos sempre conduzem a um mesmo locus filosófico, portanto, a meio
caminho da admissão da complexidade que marca a sociedade contemporânea.
Não
parece oportuno prender ainda mais aqui o leitor. Um proveitoso estudo!
Vitória,
janeiro/2016.
quinta-feira, julho 21, 2016
terça-feira, junho 28, 2016
Resenha publicada
A presente obra constitui um marco na
literatura jurídica contemporânea. Não apenas pelo tipo de produção, como
também por sua abrangência e rigorismo acadêmico. Reunindo 178 verbetes a
partir da colaboração de 85 autores de quatro continentes, o Dicionário Jurídico da Segurança Alimentar
no Mundo[1] aborda,
nas dimensões quantitativa e qualitativa, e de modo transdisciplinar, um dos
principais temas a ocupar hoje a centralidade da agenda política, econômica e
social - local e global.
As "entradas" (verbetes) que a
compõem alcançam todas as etapas da cadeia alimentar, desde a produção ao consumo.
Busca como objetivo principal "posicionar
nuevamente al Derecho en el lugar que ocupa o que ha abandonado; en mostrar
cómo él alienta, promueve, acompaña o permite hacer; cómo él reacciona o puede
reaccionar, enmarcar, prohibir o sancionar; con el propósito de demostrar
finalmente su papel en las causas de la inseguridad alimentaria, así como en
los remedios que deben ser aplicados o que serán diseñados"[2]. O conjunto de informações que dela resulta é tão amplo que
deixará o leitor indagando-se sobre a existência mesma de um direito autônomo
em matéria agroalimentar.
Esta publicação foi concebida e executada
no âmbito do Programa Lascaux,[3]
investigação em Direito com a chancela do Conselho Europeu de Investigação e
financiamento da União Europeia, sob a direção do eminente professor François
Collart Dutilleul,[4] da
Faculdade de Direito e de Ciências Políticas da Universidade de Nantes, França.[5]
Demonstra-se voltada a especialistas, mas também ao público jurídico em geral e a pesquisadores dos mais variados campos do conhecimento científico. Trata-se, no entanto, de uma tradução parcial do título original em francês.[6] E conta ainda com uma tradução parcial em língua inglesa.[7]
Demonstra-se voltada a especialistas, mas também ao público jurídico em geral e a pesquisadores dos mais variados campos do conhecimento científico. Trata-se, no entanto, de uma tradução parcial do título original em francês.[6] E conta ainda com uma tradução parcial em língua inglesa.[7]
[1]
http://www.inida.eu/4-obras-colectivas-4/diccionario-juridico-de-la-seguridad-alimentaria-en-el-mundo/
[2] Prefacio, p. IV.
[3]
http://lascaux.hypotheses.org/?lang=fr_FR
[4] http://www.univ-nantes.fr/collart-dutilleul-f
[5]
http://www.droit1.univ-nantes.fr/12059518/0/fiche___pagelibre/
[6]
http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130192_2_0/dictionnaire-juridique-de-la-securite-alimentaire-dans-le-monde.html
[7] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130136_2_0/legal-dictionary-of-food-security-in-the-world.html
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