terça-feira, junho 28, 2016

Resenha publicada


A presente obra constitui um marco na literatura jurídica contemporânea. Não apenas pelo tipo de produção, como também por sua abrangência e rigorismo acadêmico. Reunindo 178 verbetes a partir da colaboração de 85 autores de quatro continentes, o Dicionário Jurídico da Segurança Alimentar no Mundo[1] aborda, nas dimensões quantitativa e qualitativa, e de modo transdisciplinar, um dos principais temas a ocupar hoje a centralidade da agenda política, econômica e social - local e global.

As "entradas" (verbetes) que a compõem alcançam todas as etapas da cadeia alimentar, desde a produção ao consumo. Busca como objetivo principal "posicionar nuevamente al Derecho en el lugar que ocupa o que ha abandonado; en mostrar cómo él alienta, promueve, acompaña o permite hacer; cómo él reacciona o puede reaccionar, enmarcar, prohibir o sancionar; con el propósito de demostrar finalmente su papel en las causas de la inseguridad alimentaria, así como en los remedios que deben ser aplicados o que serán diseñados"[2]. O conjunto de informações que dela resulta é tão amplo que deixará o leitor indagando-se sobre a existência mesma de um direito autônomo em matéria agroalimentar.

Esta publicação foi concebida e executada no âmbito do Programa Lascaux,[3] investigação em Direito com a chancela do Conselho Europeu de Investigação e financiamento da União Europeia, sob a direção do eminente professor François Collart Dutilleul,[4] da Faculdade de Direito e de Ciências Políticas da Universidade de Nantes, França.[5]

Demonstra-se voltada a especialistas, mas também ao público jurídico em geral e a pesquisadores dos mais variados campos do conhecimento científico. Trata-se, no entanto, de uma tradução parcial do título original em francês.[6] E conta ainda com uma tradução parcial em língua inglesa.[7]



[1] http://www.inida.eu/4-obras-colectivas-4/diccionario-juridico-de-la-seguridad-alimentaria-en-el-mundo/
[2] Prefacio, p. IV.
[3] http://lascaux.hypotheses.org/?lang=fr_FR
[4] http://www.univ-nantes.fr/collart-dutilleul-f
[5] http://www.droit1.univ-nantes.fr/12059518/0/fiche___pagelibre/
[6] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130192_2_0/dictionnaire-juridique-de-la-securite-alimentaire-dans-le-monde.html
[7] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130136_2_0/legal-dictionary-of-food-security-in-the-world.html


Resenha publicada


A presente obra constitui um marco na literatura jurídica contemporânea. Não apenas pelo tipo de produção, como também por sua abrangência e rigorismo acadêmico. Reunindo 178 verbetes a partir da colaboração de 85 autores de quatro continentes, o Dicionário Jurídico da Segurança Alimentar no Mundo[1] aborda, nas dimensões quantitativa e qualitativa, e de modo transdisciplinar, um dos principais temas a ocupar hoje a centralidade da agenda política, econômica e social - local e global.

As "entradas" (verbetes) que a compõem alcançam todas as etapas da cadeia alimentar, desde a produção ao consumo. Busca como objetivo principal "posicionar nuevamente al Derecho en el lugar que ocupa o que ha abandonado; en mostrar cómo él alienta, promueve, acompaña o permite hacer; cómo él reacciona o puede reaccionar, enmarcar, prohibir o sancionar; con el propósito de demostrar finalmente su papel en las causas de la inseguridad alimentaria, así como en los remedios que deben ser aplicados o que serán diseñados"[2]. O conjunto de informações que dela resulta é tão amplo que deixará o leitor indagando-se sobre a existência mesma de um direito autônomo em matéria agroalimentar.

Esta publicação foi concebida e executada no âmbito do Programa Lascaux,[3] investigação em Direito com a chancela do Conselho Europeu de Investigação e financiamento da União Europeia, sob a direção do eminente professor François Collart Dutilleul,[4] da Faculdade de Direito e de Ciências Políticas da Universidade de Nantes, França.[5]

Demonstra-se voltada a especialistas, mas também ao público jurídico em geral e a pesquisadores dos mais variados campos do conhecimento científico. Trata-se, no entanto, de uma tradução parcial do título original em francês.[6] E conta ainda com uma tradução parcial em língua inglesa.[7]



[1] http://www.inida.eu/4-obras-colectivas-4/diccionario-juridico-de-la-seguridad-alimentaria-en-el-mundo/
[2] Prefacio, p. IV.
[3] http://lascaux.hypotheses.org/?lang=fr_FR
[4] http://www.univ-nantes.fr/collart-dutilleul-f
[5] http://www.droit1.univ-nantes.fr/12059518/0/fiche___pagelibre/
[6] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130192_2_0/dictionnaire-juridique-de-la-securite-alimentaire-dans-le-monde.html
[7] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130136_2_0/legal-dictionary-of-food-security-in-the-world.html

Acesse: http://www.fasb.edu.br/revista/index.php/campojuridico/article/view/119/108

Resenha publicada


A presente obra constitui um marco na literatura jurídica contemporânea. Não apenas pelo tipo de produção, como também por sua abrangência e rigorismo acadêmico. Reunindo 178 verbetes a partir da colaboração de 85 autores de quatro continentes, o Dicionário Jurídico da Segurança Alimentar no Mundo[1] aborda, nas dimensões quantitativa e qualitativa, e de modo transdisciplinar, um dos principais temas a ocupar hoje a centralidade da agenda política, econômica e social - local e global.

As "entradas" (verbetes) que a compõem alcançam todas as etapas da cadeia alimentar, desde a produção ao consumo. Busca como objetivo principal "posicionar nuevamente al Derecho en el lugar que ocupa o que ha abandonado; en mostrar cómo él alienta, promueve, acompaña o permite hacer; cómo él reacciona o puede reaccionar, enmarcar, prohibir o sancionar; con el propósito de demostrar finalmente su papel en las causas de la inseguridad alimentaria, así como en los remedios que deben ser aplicados o que serán diseñados"[2]. O conjunto de informações que dela resulta é tão amplo que deixará o leitor indagando-se sobre a existência mesma de um direito autônomo em matéria agroalimentar.

Esta publicação foi concebida e executada no âmbito do Programa Lascaux,[3] investigação em Direito com a chancela do Conselho Europeu de Investigação e financiamento da União Europeia, sob a direção do eminente professor François Collart Dutilleul,[4] da Faculdade de Direito e de Ciências Políticas da Universidade de Nantes, França.[5]

Demonstra-se voltada a especialistas, mas também ao público jurídico em geral e a pesquisadores dos mais variados campos do conhecimento científico. Trata-se, no entanto, de uma tradução parcial do título original em francês.[6] E conta ainda com uma tradução parcial em língua inglesa.[7]



[1] http://www.inida.eu/4-obras-colectivas-4/diccionario-juridico-de-la-seguridad-alimentaria-en-el-mundo/
[2] Prefacio, p. IV.
[3] http://lascaux.hypotheses.org/?lang=fr_FR
[4] http://www.univ-nantes.fr/collart-dutilleul-f
[5] http://www.droit1.univ-nantes.fr/12059518/0/fiche___pagelibre/
[6] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130192_2_0/dictionnaire-juridique-de-la-securite-alimentaire-dans-le-monde.html
[7] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130136_2_0/legal-dictionary-of-food-security-in-the-world.html

Acesse: http://www.fasb.edu.br/revista/index.php/campojuridico/article/view/119/108

terça-feira, março 22, 2016

quinta-feira, março 17, 2016

Resenha publicada


La presente obra constituye un marco en la literatura jurídica contemporánea. No apenas por el tipo de producción, sino también por su amplitud y rigorismo académico. Reuniendo 178 términos por la colaboración de 85 autores de cuatro continentes, el Diccionario Jurídico de la Seguridad Alimentaria en el Mundo[1] aborda, en las dimensiones cuantitativa y cualitativa, y de modo transdisciplinar, uno de los principales temas que ocupa hoy la centralidad de la agenda política, económica y social - local y global.

Las “entradas” (términos) que la componen abarcan todas las etapas de la cadena alimentar, desde la producción al consumo. Tiene como objetivo principal “posicionar nuevamente al Derecho en el lugar que ocupa o que ha abandonado; en mostrar cómo él alienta, promueve, acompaña o permite hacer; cómo él reacciona o puede reaccionar, enmarcar, prohibir o sancionar; con el propósito de demostrar finalmente su papel en las causas de la inseguridad alimentaria, así como en los remedios que deben ser aplicados o que serán diseñados”.[2] El conjunto de informaciones que de ella resulta es tan amplio que dejará al lector indagándose sobre la existencia misma de un derecho autónomo en materia agroalimentaria.

Esta publicación fue concebida y ejecutada en el ámbito del Programa Lascaux,[3]  investigación jurídica con el aval del Consejo Europeo de Investigación y financiación de la Unión Europea, bajo la dirección del eminente Profesor François Collart Dutilleul,[4] de la Facultad de Derecho y de Ciencias Políticas de la Universidad de Nantes, Francia.[5]

Está destinada a especialistas, pero también al público jurídico en general y a investigadores de los más variados campos del conocimiento científico. Se trata, con todo, de una traducción parcial del título original en francés.[6]  Y también cuenta con una traducción parcial en idioma inglés.[7]

Lista de autores: Francesco ADORNATO, David ANNOUSSAMY, Florence AUBRY-CAILLAUD, Arnaud AUFFRAIS, Tarak BACCOUCHE, Lucas A. BARROSO, Carine BERNAULT, María Valeria BERROS, Françoise BIBIANE YODA, Luc BODIGUEL, Vincent BONNECASE, Jean-Sébastien BORGHETTI, Pierre-Etienne BOUILLOT, Laurence BOY, Thomas BRÉGER, Jean-Philippe BUGNICOURT, Max BUGNICOURT, Julia BUTAULT, Michael N. CARDWELL, Manuel CARIUS, Christophe CHARLIER, Eduardo CHIZIANE, Jean-Pierre CLAVIER, Camille COLLART DUTILLEUL, François COLLART DUTILLEUL, Marie CORNU, Catherine DEL CONT, Laurent DELCOURT, Laure DESPRÉS, Isabelle DOUSSAN, Jean-Pierre DOUSSIN, Sandrine DRAPIER, Michel FÉDÉRIGHI, Edgar FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ, Marine FRIANT-PERROT, Amandine GARDE, Dominique GAURIER, Pascal GLÉMAIN, Christophe GOLAY, Rafael GONZÁLEZ BALLAR, Irene HADIPRAYITNO, Otto HOSPES, David HOUDEINGAR, Brice HUGOU, Jean-Louis LAMBERT, Anne-Sophie LAMBLIN-GOURDIN, Olivier LECLERC, Françoise LE FICHANT, Pierre LEGAL, Marlen LEÓN GUZMÁN, Erping LI, Blandine MALLET-BRICOUT, Claire MALWÉ, Miguel Ángel MARTÍN LÓPEZ, Séverine MENETREY, Cécile MOIROUD, Sonya MORALES, Rafael MUNAGORRI, Hugo Alfonso MUÑOZ UREÑA, Souheir NADDE-PHLIX, Maï-Anh NGO, Laura OTERO, Ghislain OTIS, Irina PARACHKEVOVA, Frédéric PARÉ, Geneviève PARENT, Valérie PIRONON, François POLET, Gwénaëlle PROUTIÈRE-MAULION, Annabel QUIN, Olivier RABAEY, Jean-Baptiste RACINE, Jean RENARD, Fabrice RIEM, Denis ROCHARD, Claire SAAS, Gonzalo SOZZO, Pascale STEICHEN, Juanjuan SUN, Ivan TCHOTOURIAN, Marina TELLER, Sophie THÉRIAULT, Egizio VALCESCHINI, Bart WERNAART, Sylvestre YAMTHIEU.



[1] http://www.inida.eu/4-obras-colectivas-4/diccionario-juridico-de-la-seguridad-alimentaria-en-el-mundo/
[2] Prefacio, p. IV.
[3] http://lascaux.hypotheses.org/?lang=fr_FR
[4] http://www.univ-nantes.fr/collart-dutilleul-f
[5] http://www.droit1.univ-nantes.fr/12059518/0/fiche___pagelibre/
[6] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130192_2_0/dictionnaire-juridique-de-la-securite-alimentaire-dans-le-monde.html
[7] http://editionslarcier.larciergroup.com/titres/130136_2_0/legal-dictionary-of-food-security-in-the-world.html

Acesse: http://www.ijeditores.com.ar/pop.php?option=articulo&Hash=33559d3d6a9061c059b57fab6e904230